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Mosaico Night Club - Rua Hilário Ribeiro, 243 - Praça da Bandeira

Mensagempor CarlosAleRj » 17/11/2015 15:34:37

Garota: Fábiola
tdpositivo
Beijo: Sim
Oral: Sim (sem latex e não finalizado)
Anal: Sim
Data: 11/10/2015
Cachê: R$300 por: 1 hora

Relato:
Introdução

Feriadão sem saco pra viajar fiquei em casa e num tédio resolvi cair na putaria, comi uma menina no motel, depois fui pra mosaico pra ver se eu achava a menina q o confrade Delon tinha me apresentado.

Fui lah não tinha qse ninguém por volta de 22hrs, permaneci lah, ai cansei fui pro Hotel dormir um pouco rsrs, voltei quase 1hora da manhã e já tinha mais meninas.

Fiquei enrolando, cheguei numa branquinha de cabelos escuros e bem magrinha, tatuagem de uma caveira mexicana no braço, fiquei puxando assunto mais ela não era muito de conversar, tesão eu tava então resolvi perguntar sobre o programa. Disse que não beijava e que não gostava de ficar sendo tocada, carinho e etc. Dispensei.

Logo depois ela chega a mim e me trás uma morena q dispensei. Depois me trás uma menina branca de olhos verdes e gostosa, chamada Fabíola. Ela disse: essa faz o que você gosta.

Sentamos trocamos conversas e ela insistindo pra ao menos reservar o quarto, mas fiquei tranquilo ate acabar minha cerveja. Ai pegamos suíte já q ela faria anal nestas condições.

O programa

Ela me oferece sabonete liquido dela, tomei banho :) .

Ela vem pro quarto peço pra ela ir buscar o controle do ar pra desligar, pois estava frio demais. Retorna beijos abraços mão aqui e ali rsrs

Peitões naturais que segundo ela até fez cirurgia pra diminuir.

Coloca a camisinha e meto de PPMM, aquenta socação enquanto ela falava putaria, depois boto ela de quatro e meto bastante, depois mando ela vir por cima quicadas razoáveis, peitões na minha cara, depois de quatro novamente e gozo.

Segundo round

Ela queria me dar o cu, ficamos conversando, alguns beijos e amasos ele da meio sinal de vida, ela faz uns boquetes, chupo sua buceta depois ele deu sinal de vida encapado fui meter no seu cu.

Ai ao entra enquanto eu ia siricando ela a pedido dela, sinto uma bolha na camisinha, uffa estava com ar, sorte que senti antes de entrar direito, troquei a camisinha e broxadas mas ai consegui, e fui metendo no cu dela ela pedindo pra comer mais o cu dela. Ate que batem na porta, o tempo tinha acabado e justo na hora q meu pau resolvel ficar 100% duro kkk.

Sobre a menina

Menina bonita de rosto parece ter uns 30 anos por ai, peitos grandes naturais, bunda grande, não é magra, cabelos longos escuros, olhos verdes. É Simpática e atendeu bem, faltou mais entrega nos beijos, seu boquete é mediano na minha opinião, gosta de foder e curte o programa junto, ficou bem molhadinha.

Conclusão

fim de noite de sábado e inicio de domingo de manhã foi legal. Peguei uma menina simpática e bonita. Uma foda agradável, gosta muito de sexo ela. Repetiria ela
CarlosAleRj
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Mensagempor Dante-RJ » 24/10/2017 19:57:39

Garota: Mel
tdpositivo
Beijo: Sim
Oral: Sim (sem latex e não finalizado)
Anal: Não
Data: 17/10
Cachê: R$210,00 por: 40 minutos

Relato:
Mel é uma loirinha mignon, cabelos compridos, pele clarinha, costuma usar um biquíni minúsculo, tem seios pequenos e durinhos, boca carnuda, olhos puxadinhos, pernas roliças, bunda esférica e um belo sorriso. Parece uma modelo de revista de surf. Aproximei-me quando ela foi ao bar, pois estava com um cliente. Atenciosa, ela perguntou meu nome e disse que falaria comigo assim que possível. Cinco minutos depois, largou o cliente e veio para o meu lado.

Acredite, incrédulo leitor, a menina me beijou na boca, arriou a parte de cima do biquíni para que eu contemplasse seus belos peitos e sarrou muito. Com as resistências destruídas, levei-a para a alcova.

Usa o nome de Mel, mas devia chamar-se Vênus. Que mulher! Ela nos atende como se fosse uma namorada e é muito competente em transmitir essa ilusão. A gente sai apaixonado. Chupa um pênis como se fosse um Cornetto da Yopa; beija de língua enroscada; cavalga feito amazona; quando fica de quatro, a sensação que temos é de ver uma garrafa de Coca-Cola no meio do deserto, sob 50 graus de temperatura. Mel é aquela mulher que nos faz salivar.

Abocanhei muito aqueles peitinhos de ninfa, lambi sua vagina úmida e quente, a vislumbrei de quatro antes de penetrar naquele domínio misterioso do prazer, deixei que ela me fizesse um boquete profundo. Gozar com a Mel é semelhante a comemorar alguma vitória do Brasil na Copa do Mundo. É como se fosse algo definitivo, mas fica o gostinho de quero mais.

Saio da Mosaico em estado flutuante, querendo dançar como numa cena de La La Land. Entro no Sucatão, giro a chave e o motor me empurra para o próximo capítulo...
Dante-RJ
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Mensagempor Dante-RJ » 25/10/2017 12:23:14

Garota: Loren
tdneutro
Beijo: Selinho
Oral: Sim (sem latex e não finalizado)
Anal: Não
Data: 24/10
Cachê: R$150 por: 30 minutos

Relato:
Não sei se estou ficando ranzinza, se meu ciclo com putas está se encerrando, mas a verdade é que já não compreendo como algumas dessas meninas vão trabalhar sem a mínima noção de como atender um cliente para cativá-lo e manter nele uma fonte de renda. Chego a Mosaico e vejo uma garota que até me lembrou uma atriz inglesa quando jovem, a Gina McKee. Decidi me aproximar, toco na mulher e ela se afasta, pergunto seu nome e ela me responde que se chama Renata como se falasse com um mero garçom dentro de uma festa de gala do Copacabana Palace, nem me olha na cara. Saio de fininho, fazendo de conta que nem falei. Postura absurda. Acredito que a primeira providência de puteiros que ainda queiram sobreviver é contratarem alguém que oriente as meninas a agirem com educação, carinho e boas maneiras. Num momento de crise em todas as casas, onde as putas estão tentando agarrar cliente na unha, ainda existem essas que esnobam.

Volto a circular e uma mulher me aborda com um sotaque estranho. No meio do papo, ela disse que estava pensando em deixar de ser puta, que é muito desgaste para pouco dinheiro, o que confirma as teorias de que a putaria no Rio realmente está escoando ralo abaixo e demonstra porque os bordéis estão cada vez mais vazios de mulheres e clientes.

Já quase jogando a toalha, vejo uma garota alta, cabelos claros, com sorriso platinado de aparelho odontológico, me disse que seu nome é Loren. Eu não tenho nem inspiração para descrever o TD porque foi uma foda básica de meia hora, tipo papai e mamãe com dinheiro jogado fora. TD neutro.

A Mosaico é ainda uma das poucas casas que conta com uma quantidade razoável de mulheres todas as noites, apesar de serem quase sempre as mesmas, a rotatividade diminuiu. A situação é tão assustadora que a Vila Mimosa, que é vizinha à boate, eu só vejo vazia. Inacreditável. Em outros puteiros que tenho visitado, principalmente no Centro da Cidade, a situação é triste, casas com poucos clientes e poucas meninas.

Saio da Mosaico em direção ao Sucatão, um guardador de uns 25 anos me esperava na frente do carro, começa a lamentar a vida nos meus ouvidos e me pede um trocado dizendo que tenho idade para ser avô dele. Moral da história: eu não devia ter saído de casa.
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Mensagempor Dante-RJ » 29/10/2017 20:36:07

Garota: Mel
tdpositivo
Beijo: Sim
Oral: Sim (sem latex e não finalizado)
Anal: Não
Data: 27/10
Cachê: R$150 por: 30 minutos

Relato:
Na última sexta-feira, estive na festa do Dia das Bruxas na Mosaico e confirmei algumas conclusões que já vinha amadurecendo. Na categoria de preços médios, a Mosaico é uma das raras casas que ainda resiste com animação e uma quantidade significativa de mulheres de todos os estilos, um ponto positivo. O clima de festa talvez venha da inesgotável energia do icônico Gerentão, que se empenha diariamente para não deixar a peteca cair. O ponto negativo é aquele que ainda afeta quase todas as boates do Rio, desde que o mundo é mundo. Pulo ao próximo parágrafo para esclarecer.

Você está na pista, vê uma menina atraente, se aproxima, pergunta seu nome, ela responde e pergunta o seu. Encerrado o curto diálogo, a garota se transforma num telemarketing sexual: “E aí? Vamos fazer um sexo? Vamos subir para um amorzinho?”

Ok, concordo. A menina está ali para trabalhar, não pode se dar ao luxo de perder tempo (teoricamente), mas em menos de 1 minuto já inquirir se você vai fazer sexo e se quer subir é jogar água fria até em pica de ator pornô. Não dá. A um entendimento errado das garotas de programas de algumas casas ao pensarem que oferecer atenção é perder tempo e dinheiro. Outro equívoco é pressionar o cliente para subir, muitas vezes, sem criar o menor envolvimento, sem aceitar sequer um beijo de selinho ou até namorar alguns minutos no salão para nos provocar e motivar a realização do programa. É tudo mecânico, desde a apresentação até a transa. Há quem aceite e vá para o abraço, mas também há quem não consiga funcionar no automático nem queira pagar caro para comer uma atendente de Call Center.

Darei aqui um exemplo extremo. Por dois dias consecutivos, tentei fazer contato com uma moça chamada Renata. Nos dois dias fui tratado como um cara feio azarando a melhor gata da balada. A mulher não olhou nem na minha cara. Disse o nome com cara de nojo, virou as costas e continuou andando. Em tempos de vacas magras, ainda existem garotas que se comportam assim. A culpa é da casa? Não, a culpa é nossa.

Tenho uma história antiga com a Mosaico, uma intensa memória afetiva, é uma das poucas casas que continua resistindo como referência da boa boemia. Enquanto a maioria dos puteiros pela cidade está em decadência ou fechando as portas, a Mosaico permanece aberta e festiva para nos receber. No entanto, já no clímax dos meus cabelos brancos, quando entro num local de diversão e libertinagem, quero relaxar, ser feliz, jamais ser atacado por ratazanas ferozes ou me sentir como alguém que atendeu o telefone e ouviu uma voz metálica tentando me fazer empurrar um seguro qualquer. Não dá.

No momento em que a maioria das meninas de boate compreenderem que o pré-atendimento é uma das fases mais importantes na conquista do cliente, os bordéis da cidade irão sofrer uma revolução. Como me disse um homem sábio, o sexo não vende tanto quanto lucra o amor. O problema é que putas só fazem contas, são as gueixas que têm estratégia. É provável que as meninas faturem muito em caixinhas e agrados quando alcançarem essa revelação.

Que ter um açougue? Pendure as carnes na vitrine. Quer ter um negócio de sucesso? Dê um significado a cada corte de bife.

No fim, repeti um programa com a Mel, uma bela loirinha, uma das meninas mais competentes da Mosaico. Não vou me estender descrevendo o TD, pois não foi diferente do primeiro encontro que tive com ela, já relatado aqui. Aí você me questiona: “Dante, por que subiu com ela?”. Vá a Mosaico, conheça a Mel e tente adivinhar a resposta, afeiçoado colega de esbórnia.
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Mensagempor Dante-RJ » 08/08/2018 16:30:26

Garota:
tdpositivo
Beijo: Sim
Oral: Sim (sem latex e não finalizado)
Anal: Sim
Data: 01/08/2018
Cachê: R$150 por: 30 min

Relato:
Quinta-feira do mês de agosto, noite chuvosa, fria. Decidido a viver a noite na velha e boa Mosaico. Desembarquei na Rua Ceará por volta das 23h. Aproveitando o clima glacial que faz esta semana no Rio, eu estava paramentado da minha habitual elegância britânica, porque é preciso ter estilo. A vida sem estilo é como pelada em campo de várzea.

Entro na boate e sou recebido calorosamente pelos maestros da casa, Ted e Gerentão. O ambiente com atmosfera lounge, o movimento de clientes ainda estava começando, mas já era possível ver um exército de meninas no salão. Fiquei impressionado com a quantidade de novinhas bonitas desfilando na pista, o que me fez lembrar do apogeu desse templo libertino da Praça da Bandeira. A casa está sob nova direção e logo se vê o reflexo da atual gestão na limpeza do local, na simpatia dos garçons e na orientação do comportamento das mulheres. Fui para uma visita rápida, mas confesso que me senti bem e fui ficando. Como é bom poder encontrar pousos agradáveis na noite caótica e hostil do decadente Rio de Janeiro. Com a Mosaico, a gente vê que o que faz a qualidade não é estar localizada na Zona Sul, Zona Norte ou Baixada, a qualidade vem do empenho e do tal estilo que só os melhores gestores conseguem imprimir.

Tomo minha Coca-Cola quando, de repente, avisto uma morena saradíssima, pernas torneadas, barriguinha zero, bunda de revista, sorriso avassalador... Talia... Uma escultura viva. Chamo, ela senta ao meu lado e iniciamos a conversa. Simpaticíssima, carinhosa, sedutora, irresistível. Subo à alcova. No quarto, muitos beijos na boca, beijos com língua, com saliva. Talia é daquelas mulheres que conseguem fazer você esquecer que está num puteiro e pagando programa. Foi como se eu estivesse na companhia de uma namorada de poucos meses, ainda cheia de tesão e entusiasmo por mim. Talia entendeu que a ilusão do amor é a suprema mágica do bordel. Senti-me como Al Pacino em Perfume de Mulher.

Eu, idoso e combalido, consegui comer aquele monumento sexual de todas as formas. De quatro, papai e mamãe, de ladinho. A mulher realmente faz o homem. Gozei até minha última gota de sêmen. Talia é maravilhosa. Sem dúvida, merece muitas reprises.

Despeço-me do pessoal que administra a casa, deixo meus elogios e parto sem querer partir. Vou embora querendo retornar. Renasce um abrigo para aqueles que perambulam pelas madrugadas inóspitas, renasce uma porta para aqueles que são órfãos do sono e do Sol, renasce a alegria da miragem para aqueles que andam abraçados à solidão. Renasce a Mosaico Night Club.
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Mensagempor Dante-RJ » 08/08/2018 16:37:36

Garota: Talia
tdpositivo
Beijo: Sim
Oral: Sim (sem latex e não finalizado)
Anal: Sim
Data: 06/08/2018
Cachê: R$150 por: 30 min

Relato:
Na última segunda-feira estive em nova visita à Mosaico e repeti TD com a calorosa Musa do Inverno Talia. Que mulherão, a cada encontro fica melhor. Espetáculo de fêmea. Chupa como poucas, namora pra valer e gosta do que faz. Uma gueixa. Nota 1000. Mas o melhor aconteceu na hora em que fui pagar a conta, a Mosaico está fazendo uma superpromoção para todos os foristas de todos os fóruns. A Mosaico sempre teve esse gesto bacana de dar moral pra forista, acho que é a única casa que faz isso. Peguei as informações da promoção e deixo aqui pra galera que quiser aproveitar:

**Carteirada de segunda-feira:


- Sem acréscimo no cartão**
- 50% de desconto no consumo de bebidas.
- Soteio de um programa a cada 10 foristas presentes na casa. *
* só paga a massagista.
** Qualquer cartão de débito ou de crédito
* Sorteio a ser realizado ou decidido pelos próprios foristas.
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Mensagempor Dante-RJ » 25/08/2018 23:00:10

Garota: Esther
tdpositivo
Beijo: Sim
Oral: Sim (sem latex e finalizado)
Anal: Sim
Data: 24/08/2018
Cachê: R$150 por: 30 min

Relato:
Nelson Rodrigues dizia que um autor começa a perder a honestidade com seus textos quando passa a escrever para os olhos dos outros, para a boa crítica de quem lê. Por isso, continuo a escrever para o papel, para a página desnuda, que em sua pureza alva exige a nossa mais deslavada verdade.

Por ironia do destino, quem me levou até Esther foi a Talia, são amigas. Quando Talia comentou sobre a beleza de sua amiga e sobre as virtudes do seu atendimento, não dei muita importância, quase ignorei. Naquele momento, não me pareceu que possível haver mulher mais envolvente e fogosa do que própria Talia. Um engano fatal das minhas ingênuas suposições. De repente, me vi diante de Esther, pele clara, cabelos negros lisos e compridos, belíssima, corpo esguio de falsa magra, sorriso que põe abaixo os corações mais endurecidos, um charme avassalador que ela cultiva nos gestos discretos e elegantes. Acredite, forista sem fé: Esther é irresistível.

Quando saí pela primeira vez com ela, fui nocauteado em todas as minhas defesas. Ousado, retornei na última sexta-feira à Mosaico e repeti o risco de degustar essa mulher, que é como um vinho de paladar refinado que inebria nossos sentidos e nos traz uma súbita euforia, a vaporosa felicidade de viver o momento. Lindíssima numa lingerie branca, me recebeu de forma amável, com uma atenção próxima à exclusividade que se pode alcançar numa boate. No primeiro instante, hesitei em me deixar levar novamente pelos seus encantos. Ela cria em nós o perigo iminente de envolvimento sentimental. É uma mulher poderosa, uma ogiva nuclear. No entanto, como já diziam os Borgs de Star Trek: resistir é inútil.

Subimos à alcova...

Ela retira as breves peças de roupa e revela os seios irretocáveis e o corpo impecável. Cheirosa, se aproxima e me beija sem resistências, entrega a sua língua, sua saliva, numa mistura que me excita. Enquanto nos beijamos, ela massageia delicadamente meu pênis, que reage com entusiasmo ao toque. Esther deita e eu deslizo até sua vagina, com a língua exploro suas reações, ela se contorce, geme, vai ao orgasmo... Se mulher fosse um estilo, Esther seria um clássico, daqueles que ficam eternizados na memória da humanidade. Um mulherão.

Generosa, ela pede para me chupar. Afeiçoado forista, se o mesmo acontecer com você, seja forte. O boquete de Esther é uma obra-prima. Chupa suave, acariciando nossos testículos num carinho erótico, faz sem presa, querendo retirar de nós o máximo deleite. O boquete de Esther é um alucinógeno. Para evitar o gozo precoce, eu a coloco de quatro e penetro em frenesi nos seus domínios mais profundos, ela me encara pelo espelho com os olhos em revoada de tesão. Que doideira. Não dá mais para aguentar: gozo, gozo, gozo, gozo... Devo ter gozado ininterruptamente por uns 20 segundos. Despenco quase desfalecido sobre a cama.

“O resto é silêncio...”

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Mensagempor Dante-RJ » 28/08/2018 12:57:33

Garota: Laís
tdpositivo
Beijo: Sim
Oral: Sim (sem latex e não finalizado)
Anal: Sim
Data: 28/08
Cachê: R$150 por: 30 min

Relato:
Última segunda-feira de agosto, decido visitar a Mosaico e aproveitar a promoção para foristas. A boate estava num clima lounge, tranquila e com o movimento menos frenético de início de semana. Sou recebido carinhosamente pelas gerentes Maria e Ravine. Os garotos do bar sempre show de bola. Muitas mulheres presentes, como é característica da casa. Fui em busca de Talia, mas a menina me tratou com uma inesperada frieza que me incomodou. Depois de dar impacientes sinais de que não queria perder tempo me dando atenção, desisti completamente de levá-la ao andar das alcovas. Talia é uma mulher bacana, talvez não estivesse num bom momento. Percebi que seria melhor buscar outra companhia. Amores de bataclã duram menos que pegação de carnaval.

Avistei uma garota linda que já havia observado em outras ocasiões desfilando pela pista da Boate. Vestida num biquíni sumário, Laís, não deve passar de 1,65m, olhos castanhos vivos, cabelos longos e lisos, pele clara, sorriso sedutor, seios médios e uma bunda que deve ter sido esculpida do além por Michelangelo. Maravilhosa e simpaticíssima. Fiz uma breve entrevista para confirmar se não havia restrições e subimos à alcova.

Laís chegou no quarto me beijando e tirando a roupa. Desinibida e alegre, não economiza os lábios, beija de verdade. Deitou-se para que explorasse seu corpo com a boca, o que fiz sem ansiedade, degustando cada pedacinho daquele textura saborosa que acompanha o desenho de suas curvas. Ela pede que eu me deite e me abocanha num boquete guloso, tesudo, daquele que faz a gente esquecer o dia de amanhã. Curti... Com delicadeza, peço que ela fique de quatro e inicio o ritual sagrado da penetração, a gata se empina, geme e com poucos movimentos desabo por nocaute.

Amanhã, terça-feira, é o dia da lendária festa “Uma Noite com as Estrelas” na Mosaico. As meninas em traje de gala prometem arrepiar os corações dos marmanjos. Laís me mostrou até o vestido que irá usar, de suspender nosso fôlego. Eu vou.

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Mensagempor Dante-RJ » 30/08/2018 16:02:31

Garota: Esther
tdpositivo
Beijo: Sim
Oral: Sim (sem latex e finalizado)
Anal: Sim
Data: 28/09
Cachê: R$150 por: 30 min

Relato:
A primeira vez que pisei num cabaré foi em 1980. Na época, havia uma famosa casa carioca localizada na Rua Alice, em Laranjeiras. Foi quando avistei Débora, uma balzaquiana que fazia ponto no lugar. Mesmo sendo um garoto inexperiente, percebi que o magnetismo de Débora fazia com que ela se destacasse de todas as outras mulheres presentes. Era a estrela do salão e uma dezena de homens entravam naquele reduto de luxúria apenas para desfrutar da sua companhia. Após compartilhar dos segredos de Débora, saí do quarto com uma lição empírica: a alma de um bordel são suas melhores mulheres.

Um cabaré sem protagonistas é um cabaré sem identidade. Óbvio que deve existir um segundo plano de coadjuvantes que atendam as várias preferências e componham a rotatividade de um ambiente que encha os olhos dos clientes, mas as estrelas são o carro chefe, são indispensáveis e devem ser cultivadas com zelo pelos proprietários de qualquer bataclã.

Esther, com certeza, é uma dessas divas que iluminam qualquer boate, capaz de despertar o furor dos amores noturnos e libidinosos. Não é apenas a beleza ou o corpo que erguem uma estrela. O carisma, o desembaraço no diálogo e a capacidade de entrega no sexo fazem a fonte de atração irresistível que só a protagonista é capaz exercer. Quem conhece uma Esther, quer voltar para revê-la, num ciclo vicioso que traz fama, lucro e prosperidade às casas em que ela pousa. Estrelas como Esther são raras, brotam espontaneamente sob as luzes de neon, joias que devem ser guardadas em caixas de veludo e cuidadas como tesouro.

Terça-feira, pude estar com Esther novamente. Por coincidência, numa festa que teve tudo a ver com sua presença: a festa Noite com as Estrelas, na Mosaico Night Club. Por sinal, a Mosaico é a única casa que se esforça para preservar suas estrelas.

O reencontro foi inesquecível e narrar os detalhes seria redundante. Esther é mulher que agrada a qualquer homem, possui aquela intuição única sobre os desejos masculinos e sabe como satisfazê-los. E se todo este texto carrega um tom de paixão é porque essa mulher realmente desperta paixões. O que eu estranho é que uma mulher da dimensão sedutora de Esther ainda prefira as incertezas de uma tumultuada vida na noite do que a paz de um porto seguro que um desses amores que ela desperta possa lhe oferecer. Fico imaginando quantas oportunidades passaram e se perderam como fumaça entre suas mãos. Enfim, como dizia Shakespeare: “Há mais coisas entre o céu e a terra do que sonha nossa vã filosofia”…

Passei uma noite inteira junto a Esther. Quando me despedi, para que ela seguisse o seu caminho, já havia amanhecido e o Sol machucava os olhos de quem tinha virado a noite em prazeres mundanos. Ficou a tristeza de vê-la partir e a incerteza se a verei novamente. Mas como o tempo não para, o combalido coração libertino precisa seguir em frente…


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Mensagempor Dante-RJ » 02/09/2018 01:43:36

Garota: Grazy
tdpositivo
Beijo: Sim
Oral: Sim (sem latex e não finalizado)
Anal: Não
Data: 31/08/2018
Cachê: R$150 por: 30 min

Relato:
Sexta-feira, estaciono o Sucatão na rua Hilário Ribeiro, quase em frente ao bar “O Pecado mora ao Lado”, a localização do bar com título de filme faz o nome virar quase um aviso literal. O relógio marcava 23h e havia um movimento intenso de grupos de motoqueiros na área. Depois de uma semana de diversas visitas à Mosaico, meu corpo já não pedia mais sexo, pedia sono e travesseiro. Porém, o ritmo de um libertino é algo que sempre beira o limite, um personagem que vive pelo prazer como seu bem supremo. A luxúria é o seu estilo de vida.

Quando me aproximo da varanda da boate, vejo o nosso pequeno grupo de mundanos abrindo a casa e animando o início da noite. Eu não estava mais sozinho. Entro, confraternizo com os amigos, cumprimento as meninas, abraço o Gerentão, dou uma alô para a efusiva Maria, beijo a Batata, aperto a mão da galera do bar, bato um papo com o Hugo Boss. Estou mais à vontade que em minha própria casa. A Mosaico é isso, um berço do boêmio.

De repente, vejo Grazy… Para explicar a sensação, é como ver um raio caindo sobre a terra. Se a Mosaico fosse uma ilha fincada entre um mar revolto, Grazy seria o farol, com aquele sorriso iluminado guiaria os barcos e os náufragos. É linda, corpo escultural e tem a simpatia como sua virtude absoluta. Morena, cerca de 1,70 com seu salto, cabelos na altura dos ombros, pernas grossas e bem feitas, olhos vivos, boca carnuda e um sorriso que desintegra corações. Uma das mais finas beldades da boate. Há tempos ela já havia despertado meu interesse, mas nunca consegui me aproximar de uma forma mais íntima. Sexta-feira, aconteceu…

Subimos à alcova…

Ela entra no quarto com um hobby vermelho e vaporoso. Quando abre a fitinha que o amarrava, seus seios deslumbrantes se revelam diante dos meus incrédulos e famintos olhos. Duas esferas perfeitas e convidativas. Irresistíveis, leitor sem fé, caí de boca. Seria possível eu passar o encontro inteiro degustando os peitos da Grazy, mas decidi sorver a fonte do seu néctar abaixo da linha do equador, onde não existe pecado, só entrega. Explorei com a língua os recantos mais úmidos da bocetinha da garota, ela se contorcia em silêncio, não gemia… Continuei lambendo os domínios de seu clitóris quente e molhado, até que suas pernas começaram a tremer e ela se largou num gritinho de derrota. Que orgasmo, afeiçoado amigo que me lê, quase gozei junto. Depois disso, Grazy ficou mole, mas suas pernas continuavam a tremer, algo que durou até o final do nosso período juntos.

Este pobre Velho Viking, esgotado pelas tantas viradas de noite, foi ao extremo das forças. Coloquei a menina de quatro e tentei penetrá-la para alcançar o meu próprio orgasmo venerado. Não consegui chegar ao objetivo final, o cansaço me derrubou. Ficamos de namorinho, beijinhos deliciosos na boca, tateei os peitos de Grazy como se quisesse levá-los para casa e chegou a hora de nos despedirmos. Menina-mulher maravilhosa.

Vejo a hora no celular, a madrugava avançava rumo à ameaça de um novo dia, como vampiro que foge da chibata dos raios de sol, entro no Sucatão e partimos de volta à bucólica Tijuca ao som de Eurythmics – Sweet Dreams…

A partir de agora, qualquer aventura é possível…

https://www.youtube.com/embed/qeMFqkcPYcg

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